Portugal Nacional

A minha fotografia
Nome:
Localização: Portugal

domingo, julho 15, 2007

Intercalares Lisboa 2007 - Resultados

Tal como em 2005, aqui fica o crescimento relativo dos partidos que participaram nos dois sufrágios. Embora não estando contabilizados os candidatos independentes pode ver-se esta estatística como uma "percentagem da confiança" dos lisboetas (uma amostra significativa do povo português) nos partidos candidatos. Os dados falam por si...

sábado, junho 30, 2007

Intercalares Lisboa 2007

Há já algum tempo que não postava aqui nada (falta de tempo...:(, mas não de dedicação!), porém, não quis deixar passar em branco, este período de Intercalares em Lisboa...
Mais uma vez se juntam os partidos do costume, com os candidatos do costume (ou iguais aos anteriores), numa infindável dança das cadeiras... Clara excepção é a candidatura de José Pinto- Coelho, que apresenta um programa sólido, concreto e realista para a capital lusa. Saliento as 5 frentes de "combate": Reposição da segurança, autoridade e ordem, reformulação das finanças camarárias, repovoação do centro lisboeta, incentivo e defesa do comércio tradicional e transformação de Lisboa numa verdadeira capital da cultura Lusíada.
Mais info: www.pnr.pt

sábado, julho 01, 2006

Tem canudo? E então?

Como todos sabemos, milhares de licenciados são remetidos, todos os anos, para o desemprego.
A seguir exponho uma pequena proposta de como eu tentria colmatar esta falha, que na verdade é a base da sociedade moderna.
Ora, no meu entender, existe um enorme desfasamento entre entidades educativas e empregadoras. Como ambas não têem meios para criarem entre si uma articulação credível; seria esse o papel do Estado... Antes de mais porque é que existem licenciados no desembrego? Que cursos tiraram? Não faziam falta ao país? então porque continuam a abrir vagas? Qualquer um pode seguir esta linha e muitos já o fizeram, decerto...
O que eu propunha é que todos os anos fosse feito um estudo, fundeado pelo estado (se há dinheiro para tantas coisas inuteis, porque não aplicar algum em coisas uteis?), que analisaria o mercado trabalho, os seus excessos, a suas necessidades e previsse, dentro do possível, o seu desenvolvimento futuro... Ora estas informações seriam a base do sistema educativo do ensino superior para esse ano. Os estabelecimentos receberiam directivas contendo informações específicas do número de vagas e cursos que deveriam ser postos a concurso nesse ano, de acordo com a localização geográfica dessa escola superior, que seria também um factor importante... Posto isto no fim do curso (e aqui é importante salientar as previsões feitas no ínicio pelo organismo de pesquisa, pois teria de haver a garantia de que quando as pessoas acabassem o curso, as necessidades do mercado fossem as mesmas de quando o iniciaram) as necessidades do mercado estariam sensivelmente encaixadas na oferta de licenciados. No ano seguinte repetiasse o processo.

Ora bem, isto dá trabalho e custa dinheiro, mas, decerto, que as despesas seriam menores das que existem actualmente fruto do enorme número de desempregados. Além do que, os licenciados agradeceriam... :)

sábado, fevereiro 18, 2006

Pretextos para lançar o caos...

Saudações!

É com desdém, que verifico como todos os máximos representantes europeus, parecem "agachar-se" perante a revolta islâmica contra as, mediáticas, caricaturas sobre Maomé...
Afirmam e reafirmam que a sua (dos islâmicos) fúria é justificável perante semelhante blasfémia contra a sua religião...
Bom, na minha opinião, a base da educação é o respeito... logo , com liberdade de expressão ou não, há certas coisas que deveriam ser contidas. É o caso das blasfémias e "chacotas" que têm como base, a religião. Liberdade de expressão é uma coisa... liberdade ofensiva através da expressão, é outra.
Certamente que, também acho, a reacção dos islâmicos exagerada e despropositada... senão vejamos um exemplo comparativo: Algures em Espanha foi apresentada uma exposição de "arte" (sim, pois...). Ora uma das esculturas compunha uma batalha militar (tanques, artilharia, etc.), no meio figurava uma imagem de Jesus Cristo a segurar um missil na mão...
Acho que não é preciso dizer nada...
Algum europeu se manifestou, ou andou aos tiros, ou a queimar edificios, ou a oferecer recompensas pela cabeça dos autor(es) da "obra"??
Julgo que o catalisador desta revolta islâmica, despoletada pelas caricaturas, tem origem em grupos radicais e terroristas que aproveitaram a ocasião para semear o caos e a desordem.
E eu pergunto...Porque é que os nossos "líderes" não assumem uma posição de defesa do nosso povo em vez de se rebaixarem perante qualquer reivindicação que é feita pelo Mádio Oriente? (pois é... parece que a "febre do ouro negro" ainda não passou...)

Em suma, não concordo com as caricaturas nem com qualquer forma de arte que tenha como objectivo denegrir a religião, seja ela qual for; a religião é algo de muito pessoal e íntimo...
Mas também não concordo com a reacção, furiosa, do povo islâmico e dos seus líderes religiosos, que mais parecem terroristas, incitando à morte os autores das caricaturas... Será que não percebem que dessa forma só estão a dar razão àqueles que as fizeram??

quinta-feira, dezembro 22, 2005

Quem não diz o quê...

Saudações!

Dirijo-me a vós, hoje, para expressar a minha crispação em relação às presidenciais que decorrem no nosso bem amado país...
Como sabem houve um ciclo de 10 debates em que parte dos candidatos discutiram a situação actual do país, sim pois alguns dos candidatos nem sequer são tratados como tal, votados ao esquecimento e/ou à indiferença. Mas isso são contas de outro Rosário... Vim expressamente para comentar a posição dos candidatos que estiveram presentes nos debates.
Começo por dizer que o debate que, para mim, foi o mais democrático, cordial e ao mesmo tempo ilucidativo sobre as pretensões dos candidatos, em relação às questões que foram abordadas, foi o de Cavaco Silva e Manuel Alegre. O mais ilucidativo em termos de capacidade de magistratura foi, sem dúvida, o último, Cavaco Silva e Mário Soares.
Desde já acometo contra a falta de objectivos de todos os candidatos que não têm feito outra coisa, desde que começou a campanha, que é criticar e tentar menosprezar Cavaco Silva, este ataque cerrado começou antes mesmo do Professor se ter apresentado oficialmente como candidato. Creio que este tem feito uma excelente campanha na medida que não responde a provocações e mantém o seu modelo rectílinio e formal, garantes da sua capacidade governativa.
Cavaco Silva foi o único candidato que explicitou em que áreas pretende actuar e como o pretende fazer, salientado, diversas vezes, que considera função de um Presidente da República, aconselhar e cooperar com o governo. Todos os outros candidatos mantém uma critica cerrada, esquecendo-se de fazer a sua própria proposta... bom, talvez não tenham nenhuma, daí se estarem a esquivar sucessivamente de a apresentar; como ficou claro no debate de Mário Soares e Cavaco Silva, em que por várias vezes o primeiro prometeu em falar sobre esse assunto, nunca vindo a concretizar, porém.
Para além da falta de objectivos concretos e de um plano de trabalho sério dos oponentes de Cavaco Silva, vou salientar outro ponto que acho importante.
Tem sido cliché entre os indivíduos mencionados acima, dizer que Cavaco não se está a candidatar a Primeiro Ministro ma a Presidente da República, não tendo, portanto, capacidade para resolver os problemas que menciona... Ora, como disse Fernando Rosas, que embora não o apoie, acho que nesta questão, esteve bem; o Presidente da República pode não ter funções governativas, mas pode controlar o governo e aconselha-lo a fazer o melhor para o país, baseando-se na sua experiência.
Um P.R. não é nenhum "Corta-Fitas",ele pode e deve, ter participação activa no governo do país... Mário Soares perguntou no último debate a Cavaco o que faria se o governo não acatasse os seus conselhos ou se não quisesse a sua cooperação... eu acho esta pergunta, no mínimo, idiota; o governo tem o dever de escutar o P.R. e de ter em consideração as suas opiniões, dada a sua experiência; caso não quisesse aceitar esse aconselhamento, e caso fosse previsivel que essa indiferença iria prejudicar Portugal, então não há que ter remorsos de dissolver o governo.
Mário Soares fala em crise politica, bem é melhor uma crise politica do que mais uma machadada na nação, acho que se deve escolher o menor de dois males...
Já agora, para terminar, gostaria de mencionar um episódio bizarro, protagonizado por Fransico Louçã... declarando que "Cavaco Silva é um politico devagarinho"... gostava que ele explicasse melhor esse ponto de vista porque não vejo qual a relação; também era bom que em vez de arranjar frases para manchete de jornal se dedicasse à sua campanha e aos seus objectiovs.
Jjá agora acho que seria distinto, da parte dele e dos demais, suspenderem as suas actividades de deputado, como muito bem, fez Manuel Alegre; são candidatos a um cargo politico deveriam suspender, ainda que provisóriamente, o outro... mas pelos vistos os 5000€ mensais sabem melhor do que a boa índole...
Bem, por hoje fico-me por aqui...
Entretanto se não nos "virmos" quero deixar aqui os meus votos de um Santo Natal e um Superior Ano Novo!

segunda-feira, novembro 07, 2005

Os "jovens"...

Após os últimos acontecimentos na capital francesa, não podia deixar de vir aqui testemunhar a minha indignação para com a forma como tudo tem sido tratado.
Depois de mais de uma semana de violência civil perpetrada por "jovens", o governo francês continua a colocar os ditos "paninhos quentes". Na primeira noite de confrontos, Nicolas Sarkozy manifestou a sua indignação (e muito bem, na minha opinião), prometendo não ceder à violência, defendendo, assim, autoridade do estado... Foi imediatamente atacado pela oposição e por membros do seu próprio partido, pois, alegadamente, incendiou os ânimos e piorou a situação...
A meu ver isto não passa de pura cegueira, provocada por utopias liberais... será que esses cavalheiros, apátridas, acham que os "jovens" causadores dos distúrbios, iriam refrear a sua conduta caso Sarkozy tivesse sido politicamente correcto, subvalorizando, e quiçá, demonstrando solidariedade para com os rebeldes?? A estirpe destes arruaçeiros ficou bem demarcada após ataques a escolas e igrejas, demonstrando que não respeitam nada nem ninguém! Pergunto-vos eu, tais seres merecem relações diplomáticas? Existe alguma hipótese de diálogo com mentes tão perversas e tão descrentes?

Das poucas medidas tomadas pelo governo francês, vou salientar uma bastante cómica:
Foram reforçadas as equipas de bombeiros na área... isto só pode ser uma piada, não? Não seriam melhor reforçar as equipas de agentes da autoridade, de modo a impedir mais actos de vandalismo? Ao que parece o melhor mesmo é continuar a deixar os "jovens" continuarem a descarregar o stress (pois claro, coitados...), as equipas de combate ao fogo lá estarão para controlar depois a situação.

Estes distúrbios começam a alastrar pela Europa, nomeadamente, Alemanha e Bélgica, um dia poderá ser mesmo Portugal... Mário Soares diz que compreende estes "jovens", nesse acha legítimo da sua parte este tipo de acções e outras que tais... Claro, nós os europeus é que somos uma cambada de racistas, xenófobos e incodescendentes!! Entretanto o nosso "brilhante" governo apressou-se a ir fazer reparações urbanas para a Cova da Moura... tudo a soldo dos contribuintes, obviamente...

Mas afinal o que vem a ser isto?! Estamos na idade Medieval?? Agora nós, o povo, tem de pagar "impostos" para não ser atacado pelos bandidos?? Estamos no nosso próprio país e ainda temos de fazer oferendas a minorias para salvaguardar a nossa segurança?!

Saudações Patriotas!!

sexta-feira, outubro 21, 2005

Bulgária na linha da frente no combate à gripe aviária

Viva!

É com um misto de satisfação e desilusão que escrevo aqui, hoje, sobre este assunto tão mediático...
Foi divulgado, recentemente, pelos media, que uma vacina efectiva contra a gripe aviária foi desenvolvida pela medicina bulgara. Aplaudo o facto de a Bulgária, sendo um país pequeno, não ter ficado "à espera" que a solução para este problema fosse resolvido por terceiros... Aplaudo igualmente o facto de estarem a receber os créditos do seu trabalho, que afinal de contas não terá sido assim tão complicado (como enunciavam laboratórios de pesquisa médica por todo o mundo), através da venda desta vacina a todos os países que a solicitem. Repito, um país com a dimensão da Bulgária merece toda a nossa admiração, pois provou que não é preciso ser rico e dotado de tecnologias de ponta para atingir objectivos e resolver problemas desta dimensão... é um exemplo para Portugal e para todos os países que se consideram mais "poderosos", mas especialmente para Portugal, pois é o meu país, o país que eu amo, a minha terra, para a qual quero tudo de bom!
Afinal... não são necessários subsídios de Bruxelas para um país ser autosuficiente e gerar orgulho nacional!